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Feyre Archeron
Feyre The Fox by Charlie-Bowater

Feyre Archeron (Arte de Charlie Bowater)

Informação Biográfica
Nascimento: Solstício de Inverno
Idade: 19 (Corte de Espinhos e Rosas)

20 (Corte de Névoa e Fúria)

Status: Viva
Também
conhecido(a) como
:
  • Feyre Quebradora da Maldição
  • Defensora do Arco-Íris
  • Quebradora de Feitiço
Afiliação
Espécie:
Poderes:
  • Manipulação de Água
  • Manipulação de Ar
  • Manipulação de Fogo
  • Manipulação de Fogo
  • Manipulação da Escuridão
  • Habilidades Daemati
  • Metamorfose
  • Glamourização
  • Habilidades de Cura
  • Geração de Luz
Título:
  • Grã-Senhora da Corte Noturna
  • Emissária da Corte Noturna (para o reino humano)
Residência:
Relacionamentos
Família:
  • Pai desconhecido
  • Mãe desconhecida †
  • Nesta (irmã)
  • Elain (irmã)
Relacionamentos:
Descrição Física
Genêro: Feminino
Cor do Cabelo: Castanho-alourado
Cor dos Olhos: Cinza-azulados
Informações da Série
Aparições:
Ninguém era meu mestre, mas eu podia ser mestre de tudo se quisesse. Se ousasse.

– Feyre Archeron, Corte de Névoa e Fúria.

Feyre Archeron (pronúncia: Fay-ruh) é a Grã-Senhora da Corte Noturna e a primeira Grã-Senhora de Prythian.

HistóriaEditar

Corte de Espinhos e RosasEditar

Feyre é apresentada pela primeira vez no bosque coberto de neve de sua aldeia, localizada perto da Muralha que separa as Terras Mortais das Terras Feéricas, enquanto ela caça à procura de alimento para sua família. A fome a levou para mais longe de casa do que ela normalmente ousava, visto que, com a chegada do inverno, a maioria dos animais adentrava mais profundamente o bosque do que Feyre poderia segui-los. A caminho de uma caçada infrutífera e restando apenas algumas horas de luz do dia, Feyre se lembra dos avisos dos caçadores de sua aldeia que lobos gigantes foram avistados nos arredores do bosque. Durante os oito anos em que Feyre residiu em sua aldeia, posicionada a apenas dois dias de viagem da fronteira imortal de Prythian, seus habitantes foram poupados de um ataque, mas caixeiros-viajantes traziam histórias de aldeias distantes da Muralha que foram reduzidas a ossos e cinzas.

Feyre, com a barriga vazia e dolorida, arrisca sua vida ao adentrar a floresta, mas sua família não duraria mais uma semana sem comida e ela não podia contar com a “caridade” do povo mais rico da aldeia. Feyre, agachada em um aglomerado de arbustos espinhentos, avista uma pequena corça que poderia alimentar sua família durante uma semana. Enquanto ela prepara seu arco e flecha para atirar no animal, ela avista um par de olhos dourados nos arbustos adjacentes. Um lobo enorme, do tamanho de um pônei, se aproxima de seu alvo e Feyre, que jamais tinha visto um lobo tão grande, suspeita que o animal é um feérico.

Ela retira uma flecha de freixo com uma ponta de ferro de sua aljava consciente de que a madeira do freixo fazia com que a magia curadora e imortal dos feéricos falhasse por tempo suficiente para que um humano lhes desse um golpe mortal. O único indício da eficácia dessa madeira contra os feéricos era a sua raridade: os Grão-Feéricos queimaram essas árvores há muito tempo e agora não restavam muitos freixos nas Terras Mortais, que eram escondidos pela nobreza em bosques murados. Por ódio aos feéricos, ela atira no lobo no momento em que ele dispara em direção à corça, atingindo um dos flancos do animal. Como ele não morre, ela dispara outra flecha que atinge o olho amarelo do lobo, o qual permanece imóvel, finalmente o matando. Como Feyre só podia carregar um animal, ela apenas retira a pele do lobo, envolvendo-a ao redor do ferimento mortal da corça e carrega o corpo do animal até o chalé de sua família, abandonando a carcaça do lobo no bosque.

Feyre volta para o chalé em ruínas de sua família e é recebida por Elain, a segunda mais velha de suas irmãs, que pergunta, com fome nos olhos, quanto tempo vai demorar para limpar a corça e não menciona o sangue que cobre o corpo de sua irmã mais nova. Feyre, ressentida pela despreocupação de sua família, começa a planejar o que ela fará com sua caça. Ela pretende vender as peles dos animais no mercado de sua aldeia na manhã seguinte e suas irmãs logo começam a discutir entre si sobre o que fazer com o dinheiro. Durante o jantar, Feyre e Nestha, a mais velha das irmãs Archeron, discutem sobre Tomas Mandray. O filho do lenhador pretende pedir Nestha em casamento, mas Feyre desconfia que ele possui segundas intenções. Nestha a acusa de estar com ciúmes, chamando-a de besta semisselvagem, e abandona a mesa de jantar irritada.

Um dia após matar o lobo, Feyre vai para a aldeia para vender o que resta da corça. Quando ela volta, enquanto janta com sua família, uma besta com um corpo de urso, cabeça de lobo e chifres de alce destrói a porta de sua cabana e a invade, perguntando quem matou o lobo. Quando Feyre confessa que foi ela e pergunta à besta qual é o preço, a besta responde "uma vida por outra". Quando Feyre pede que a besta a mate do lado de fora para que sua família não tenha que limpar seu sangue do chão, a besta fica impressionada com sua coragem e a informa que ela poderia cumprir sua dívida ao passar sua vida em Prythian.

Seu pai a encoraja a aceitar a segunda opção e fala para Feyre nunca mais voltar para casa. Ela deixa sua cabana acompanhada da besta e, enquanto eles se movem através da floresta, ela procura uma maneira de fugir ou matá-lo. Ela é então nocauteada pela besta com magia e permanece inconsciente durante toda a viagem.

Feyre recupera a consciência quando ela já se encontra na Corte Primaveril e chega a uma mansão agradável e aparentemente vazia. Ela é levada até uma sala de jantar pela besta que, com um flash de luz, transforma-se em um jovem loiro com a face coberta por uma máscara, que se chama Tamlin. Ele a oferece comida, mas Feyre recusa. Tamlin manda ela tomar um banho e voltar mais tarde. Quando ela retorna, ela ainda se recusa a comer, acreditando que ela será enfeitiçada. Um feérico chamado Lucien se reúne com Tamlin e Feyre na mesa de jantar e inicialmente começa a zombar dela por ser humana e parecer faminta. Tamlin tenta obter seu interesse dizendo-lhe que ela parecia limpa e bem vestida, mas ela descarta a tentativa de elogio como um patético flerte. Devido à sua desconfiança contínua, Tamlin usa magia para algemá-la em seu assento e promete não liberá-la até ela comer, Feyre obedece e é enviada para seu quarto e não para uma cela, para sua surpresa.

[Em construção]

Corte de Névoa e FúriaEditar

Em construção

Corte de Asas e RuínaEditar

Em construção

Aparência Editar

Personalidade Editar

Poderes e Habilidades Editar

Relacionamentos Editar

FamíliaEditar



Interesses AmorososEditar



OutrosEditar

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