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Quando o Caldeirão foi feito, o artesão sombrio usou o restante do minério derretido para forjar um livro. O Livro dos Sopros. Nele, escritos entre as palavras entalhadas, estão os feitiços para negar o poder do Caldeirão, ou controlá-lo por completo.

O Entalhador de Ossos sobre o Livro dos Sopros, Corte de Névoa e Fúria.

O Livro dos Sopros é um poderoso item mágico que foi forjado com o restante do minério derretido do Caldeirão. Nele, entalhados na Língua Sagrada, estão os feitiços para negar o poder do Caldeirão ou controlá-lo por completo. Acredita-se também que o Livro possivelmente contém um feitiço capaz de mandar Amren de volta para seu mundo.

Após o fim da Guerra, há 500 anos, metade do Livro foi para os feéricos da Corte Estival e a outra, para as seis Rainhas Mortais como parte simbólica do Tratado.

História

Há muito tempo, antes dos Grão-Feéricos, antes dos homens, havia um Caldeirão. Dizem que a magia estava contida dentro dele, que o mundo nascera nele. Mas o Caldeirão caiu nas mãos erradas e coisas terríveis foram forjadas. Coisas tão malignas que o Caldeirão foi roubado de volta. Ele foi escondido uma vez que não podia ser destruído, pois tinha Feito todas as coisas, e, se fosse quebrado, a vida deixaria de existir.

Quando o Caldeirão foi feito, o artesão sombrio usou o restante do minério derretido para forjar o Livro dos Sopros. Nele, escritos na Língua Sagrada, estão os feitiços para negar o poder do Caldeirão ou controlá-lo por completo. Mas, depois da Guerra, ele foi dividido em dois: um pedaço foi para os feéricos da Corte Estival e o outro, para as seis Rainhas Mortais. Foi uma parte puramente simbólica do Tratado, pois o Caldeirão estava perdido havia milênios e era considerado um mito. Acreditava-se que o Livro era inofensivo porque semelhante atrai semelhante e apenas aquele que foi Feito pode proferir seus feitiços e conjurar seu poder.

A metade de Prythian foi protegida com feitiços de sangue ligados à própria Corte Estival. Já as Rainhas Mortais usaram os feéricos para colocar um feitiço no Livro, para prendê-lo, de modo que, se algum dia fosse roubado, o Livro derreteria em minério e seria perdido. Ele deve ser dado voluntariamente por uma rainha mortal, sem truques, sem mágica envolvida.

Depois que Feyre derrotou Amarantha em Sob a Montanha, o Attor fugiu com os restos mortais de Jurian e os entregou para o rei de Hybern. Ele planejava usar os poderes do Caldeirão para ressuscitar Jurian, que o ajudaria a conquistar os reinos mortais novamente. Contudo, para isso, ele tinha que reconstruir o Caldeirão reunindo as três pés sobre os quais ele se apoia.

Após visitar o Entalhador de Ossos na Prisão, Rhys e Feyre descobrem que o rei de Hybern estava procurando pelas três pés do Caldeirão e que já tinha encontrado duas. O Entalhador também diz que, com o Caldeirão, seria possível destruir a Muralha e que Feyre deveria reunir as duas metades do Livro dos Sopros para anular seus poderes. Sabendo disso, Rhys redige um pedido cuidadoso para visitar a Corte Estival com a falsa intenção de “melhorar as relações diplomáticas” entre as duas Cortes. Quando o pedido foi aceito, ele viaja para Adriata com Feyre e Amren.